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05/04/2017 Corretor de Imóveis Vivendo a Alta Performance

Esquece o cliente, técnicas de vendas ou expansão do seu mercado de atuação, aqui nosso foco é você! Você está fazendo tudo o que poderia fazer? Você chega ao final do dia cansado, com a sensação que trabalhou demais, porém não fez tudo o que deveria ter feito?

Sua energia está sendo esgotada com coisas desnecessárias. São 5 minutos ali, mais 10 minutos aqui, depois 20 minutos rolando a timeline do Facebook em busca de atualizações que não te acrescentarão como pessoa ou profissional. A cada meia hora você checa as mensagens do WhatsApp para verificar se o cliente te respondeu, porém se envolve com mensagens de grupos aleatórios, vídeos ou imagens de humor e quando se assusta já se foi um tempão.

Ao somar todo esse tempo e subtrair ao tempo que você deveria ter dedicado somente ao trabalho, verá que não agiu conforme deveria em prol do desenvolvimento do seu negócio. Não se assuste! Você faz parte do grupo que engloba mais da metade das pessoas e o culpado disso é o nosso cérebro.

Leia: “Edison não conseguia se concentrar de jeito nenhum. Tinha sempre dois ou três empregos e passava o dia indo de um para outro. Adorava trocar mensagens, e se acostumou a escrever recados curtos e constantes, às vezes para mais de uma pessoa ao mesmo tempo. Apesar de ser um cara mais inteligente do que a média, sofria quando precisava ler um livro inteiro. Para completar, comia rápido e dormia pouco – e não conseguia se dedicar ao casamento conturbado, por falta de tempo”.

O personagem da história é Thomas Edison, o inventor da lâmpada. Isso se deu na década de 1870 e este aparelho de mandar e receber mensagens não é um celular, conforme imaginou, e sim um telégrafo. Claro que hoje, com a tecnologia nos bombardeando com milhares de informações, a busca pela concentração fica mais complexa, por isso a consciência disso é tão necessária.

O relato está em uma edição de 1910 do New York Times, onde conta que no momento que Edison viu que o problema era falta de concentração ele parou tudo, se fechou em seu escritório e focou em um problema de cada vez, produzindo e patenteando mais de 2 mil invenções.

Nosso cérebro não foi moldado para passar muito tempo focado no mesmo assunto, pois nossos ancestrais precisavam de decisões rápidas para sobrevivência, assim, o que contava mais era a velocidade das decisões e a atenção para o que está à volta.

Além disso, ao ver coisas novas o nosso cérebro libera um neurotransmissor chamado dopamina, que está ligado ao prazer e à motivação. Para ter ideia do poder dessa substância, muitas drogas viciantes aumentam a atividade neuronal da dopamina.

Então, agora que você sabe que o nosso inimigo mora em nós, cabe a você ter controle para falar NÃO a tudo o que está em volta e que não contribuirá para o seu crescimento profissional e pessoal. Essa força de vontade precisa ser exercitada diariamente, é um treino constante, semelhante ao exercício físico, quando se para de treinar o músculo perde força.

 

Por Maíra Mendes I Jornalista do Sindimóveis/MG

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